Álex Pina e Esther Martínez Lobato, responsáveis pelo sucesso de “La Casa de Papel”, lançaram na última sexta-feira (19) a série “O Refúgio Atômico” (título internacional “Billionaires Bunker”) na Netflix. A produção espanhola de oito episódios acompanha um grupo de bilionários que se isola em um bunker de alta tecnologia para escapar de uma possível guerra nuclear, premissa que lembra o universo do jogo “Fallout”.
Enredo
O protagonista é Max (Pau Simon), herdeiro de uma família abastada que cumpre pena após um acidente de carro que matou a namorada. Três anos depois, o pai dele, Rafa (Carlos Santana), consegue tirá-lo da prisão alegando que o mundo está à beira de um conflito atômico.
Rafa conduz o filho ao Kimera Underground Park, abrigo subterrâneo secreto que abriga 45 famílias ricas. Lá, Max descobre que Asia (Alícia Falcó) e Guillermo (Joaqína Furriel) — irmã e pai de sua ex-namorada — também estão entre os refugiados, criando um ambiente tenso e marcado por culpa e necessidade de redenção.
Com as primeiras notícias de que a Espanha foi atingida por bombas nucleares, a convivência no bunker se agrava. Os sobreviventes passam a depender da enigmática administradora Minerva (Miren Ibarguren) para garantir recursos e segurança.
Recepção inicial
Nas primeiras avaliações, a série não tem agradado tanto quanto o trabalho anterior dos criadores. No Rotten Tomatoes, registra 20 % de aprovação da crítica e 56 % do público.
Imagem: Internet
O site Heaven of Horror considerou a produção “bom entretenimento”, embora ressalte momentos excessivamente dramáticos. Já o Ready Steady Cut elogiou a premissa e as reviravoltas, mas criticou a duração e a perda gradual do foco inicial.
“O Refúgio Atômico” está disponível globalmente na Netflix e mantém a marca de Pina e Lobato de tramas recheadas de tensão, alianças frágeis e reviravoltas constantes.
Com informações de TecMundo
